Frequentadores da Cracolândia: Doentes ou Marginais?

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Diante de tantos roubos, furtos, crimes contra administração pública, inclusive as bem articuladas “viradas de fluxo”, surgem aquelas pessoas com “nobreza” de espírito dizendo: “Eles são doentes, não é caso de polícia!”. Partindo do princípio de que deve ser respeitada a individualidade e de que a ciência deve prevalecer sobre a emoção surgem as questões:

Como as pessoas que se autodenominam ativistas ou militantes de direitos humanos conseguem certificar que cada indivíduo inserido naquelas confusões são doentes? São peritos oniscientes e onipresentes?

Vamos supor que um “palhaço-médico” tenha formação para comentar a respeito do assunto, será que também é um perito ou possui poderes sobrenaturais ao ponto de atestar que mais mil pessoas são todas inimputáveis?

Sabemos que não.

Se é humanamente impossível dizer que ali todos são doentes, por que os defensores da situação insistem na referida tese? Todos são inocentes até que se prove o contrário, da mesma forma que todos respondem pelos seus atos até que por força de perícia ou de um devido processo legal fique provado diferente.

O povo do “legalize” gosta de gritar por direitos, mas insistem em rejeitar os deveres!

O Código Penal é uma boa indicação e leitura para os protetores da cracolândia.

Xingar os funcionários públicos é DESACATO –Art.331
Desobedecer ordem legal é DESOBEDIÊNCIA- Art.330
Opor-se à execução de ato legal é RESISTÊNCIA- Art.229

Moral e Ética são muito ligadas ao caráter, ou seja, pessoas que ignoram leis e usam do “achismo” para justificar crimes e favorecer criminosos, talvez estejam com propósitos diferentes daqueles que os seus pais ensinaram. O fato é que lei é para ser respeitada, não importa se o cidadão tem ou não caráter, a realidade é que para conviver em sociedade é obrigatória a obediência as leis.

Sendo assim, as normas são a voz da democracia, tendo em vista que:

  • Que o uso e a venda de entorpecentes são proibidas- LEI 11.1343/2006
  • Perturbação do sossego público é um ato ilícito- 42 do Decreto-Lei n° 3.688/41
  • Urinar e defecar na via pública não é um direito e nem tampouco um ato louvável
  • Lançar rojões contra as forças de segurança não é algo que deve ser aplaudido e também não provém do bom caráter.

Enfim, se são doentes, isso precisa estar provado, mas enquanto os ilustríssimos defensores dos direitos dos frequentadores da cracolândia não o fazem, importante a observação de que é considerado crime quem:

Utiliza local ou bem de qualquer natureza de que tem a propriedade, posse, administração, guarda ou vigilância, ou consente que outrem dele se utilize, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar, para o tráfico ilícito de drogas.

A descrição acima é apenas uma referência, porque existem “rumores” de que alguns estabelecimentos são depósitos de drogas, talvez não seja verdade!

As denunciações contra agentes são constantes, é um direito!

Direito por direito, imagine se passarmos a filmar o que acontece naquela praça ou na Alameda Dino Bueno sob as lonas, será que será comprometedor?

E por falar em filmar, importante todo morador de Campos Elíseos ter plena convicção de que NÃO É PROIBIDO REGISTRAR IMAGENS NAQUELE LOCAL se a proibição existe, certamente é por força de um poder paralelo.

Onde está escrito que é proibido filmar a cracolândia? Filmem, denunciem e quem achar que está errado que corra atrás de seus direitos!

Doentes só depois que ficar provado, antes disso, todos respondem pelos seus atos!
A força do crime está no silêncio do povo.
Eles presumem e pedem, nós temos certeza e exigimos!

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