As metas do Crime Organizado para Você e sua Família

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Discutir temas que envolvem inversão de valores, na atual conjuntura, é assumir uma posição extremamente perigosa, é ficar a disposição de ataques ideológicos, engloba comprometimentos relacionados ao ambiente de trabalho, acadêmico e envolve até mesmo riscos de morte. Tratar de assuntos relacionados a sexualidade, drogas, política ou religião passou a ser um tabu, gradativamente o brasileiro foi inserido a algo semelhante a censura e sem perceber, por conta do medo, aceita em silêncio imposições de ideias das quais discorda, inclusive recepciona de forma passiva afirmações que podem afetar a vida dos seus filhos, ou seja, transformar negativamente as gerações futuras.

Citar que somos um Estado Democrático de Direito já não revela a realidade da maioria dos brasileiros, há temas que só têm servido de apoio para teses jurídicas no mundo virtual, em discursos proferidos em salas sofisticadas que a maioria da população jamais terá acesso ou em notícias tendenciosas que possuem a pretensão de justificar aquilo que não deveria existir.

O Brasil é um país laico, mas não significa que a literatura bíblica deva ser alvo de desprezo ou hostilizações, nem tampouco passar por alterações para que haja adaptação da “vida moderna” ao enquadramento cristão, contudo isso ocorre porque na bíblia há muitos preceitos que reprovam condutas praticadas por aqueles que querem estar no poder, portanto o livro é opositor dos planos de muitos que, com má-fé, querem estar a frente da nação.

Criminosos e seus crimes que em outras épocas eram considerados inimigos da sociedade, vergonha para os envolvidos e repulsivos sob a ótica das famílias, na atualidade, servem de motivação para criação de letras em determinados gêneros musicais, acolhidos como referências na comunicação entre muitos jovens que desprezam a formalidade e a elegância da língua portuguesa para assumir palavras de baixo calão, códigos usados em presídios e gírias ofensivas para ostentar a “inserção social”, porém uma inclusão contaminada com influência do crime organizado, uma forma de dizer que apoia o errante. Um poder paralelo tomou conta da formação das opiniões de nossos jovens e calou os adultos.

Bailes funk’s são convites a iniciação a vida nas drogas e promoção a atividade sexual sem orientação, através deles os frequentadores assumem um posicionamento totalmente contrário ao Estado, adquirem vícios, desvirtuam-se em razão do desprezo pelos princípios e passam a ser subordinados de ideologias que são apresentadas por aqueles que precisam de homens e mulheres que afrontem a polícia e a lei, que vendam e usem drogas e, principalmente, que votem naqueles em candidatos que sejam paternalistas com toda a imoralidade da qual passaram a ter afinidade.

Não é fácil de provar, mas é fácil de ver a atuação do crime organizado nas câmaras de vereadores e de deputados, alguns políticos que, indiretamente, facilitam a vida de traficantes, atacam constantemente o trabalho das polícias e tentam, veementemente, interferir na área da educação no sentido de implantar ideologias que são contrárias a ética e disciplina. É notório que são investidas semelhantes as empreendidas nos bailes funk’s, todavia com mais amplitude e objetivando legitimar o ilícito e mudar todo o sistema de um país.

Meninas que acreditam na sensualidade como sendo maior status de uma mulher, seminuas, fazendo uso abusivo de álcool e drogas e cedendo o corpo para que homens pratiquem atos libidinosos, é a forma do baile funk inserir a garota na turma.

Meninas em estágio de formação, apenas começando a entender o mundo, mas que são convidadas a beijarem outras meninas e, na primeira insegurança, sem chance de duvidar, já são nomeadas homossexuais e todo aquele que tenta um diálogo mais questionador é apresentado como inimigo, intolerante e homofóbico, é a ideologia antifamília imposta de forma muito cruel!

O mesmo ocorre com os meninos que engravidam as meninas e não assumem as responsabilidades ou, oportunamente, são convidados a uma vida promíscua e sem a chance da devida educação sexual.

Toda decadência da juventude é justificada por leis, apresentadas como direitos e, inclusive, com militância para que possam assumir uma posição parcial, sem a demonstração de outras tendências por parte da família ou de líderes espirituais, hoje só permitem uma verdade, outros posicionamentos são acusados de discriminatórios.

Situação semelhante é promovida com as drogas, há militância para liberação, mas quando o viciado descobre que é um caminho de morte, já não há mais amigos ou militantes para mostrar uma saída, todavia se um policial conduzir um menor ao distrito policial por estar portando uma porção de maconha, certamente o caso será tratado com desprezo e o policial será denunciado caluniosamente , já é um procedimento ensinado até nas redes sociais, mentir ou procurar pequenas falhas do policial para tirar de foco a infração penal que foi cometida.

Homossexualidade existe e deve ser respeitada, mas não imposta como regra, o ser humano tem o direito de uma escolha embasada na transparência, com informações completas e isentas de opiniões tendenciosas como ocorre hoje, idolatria a homossexualidade.
Drogas ilícitas não devem ser aceitas como normal, porque além da proibição, já temos no Brasil inúmeras Cracolândias que servem de provas da nocividade, nem o cigarrinho de maconha, afinal a lei é para ser obedecida, regras disciplinam o convívio em grupo garantem uma nação harmônica, mas parece que muitos querem regras só na audiência de custódia e na hora da abordagem policial.

O tráfico de drogas é a principal atividade das facções criminosas, nos pontos de vendas são instaladas regras para dificultar o trabalho das polícias, um verdadeiro submundo. Uma “cultura do mal” tem contagiado jovens e adultos que defendem ideais oriundos de facções, estamos vivenciando uma guerra entre o Estado e o Crime Organizado, pequenas “frações de soberanias” já estão instaladas em comunidades e locais dominados pelos criminosos que impõem regras, convencem sobre suas éticas e, junto com apoiadores que estão dentro do sistema estatal, denigrem a imagem do que foi construído para que as pessoas passem a tomar partido de oposição.

O avanço de um poder paralelo está, inclusive, influenciando eleições, no ano de 2016 um candidato a prefeito de Embu das Artes venceu a eleição com 79,4% dos votos, mesmo já tendo sido preso por roubos de malotes de uma empresa de valores e ser investigado por supostamente estar envolvido com uma facção criminosa, também é relevante lembrarmos da candidatura de “Cidinho”a deputado federal, o irmão de Marcinho VP, chefe do Comando vermelho, obteve oito mil votos, portanto muito cristalino que as pessoas estão sendo seduzidas por dominações carismáticas que no final significarão a ruína de toda uma nação.

A Constituição Federal define como crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares contra a ordem constitucional e contra o Estado Democrático, mas precisamos estar atentos aos ataques subjetivos que são lançados no mundo das ideias, quando um cidadão desconsidera o potencial degenerativo de um cigarro de maconha na boca de seu filho, quando não enxerga a destruição que está sendo trabalhada na vida de um filho(a) que frequenta bailes funk’s e canta com devoção músicas, se assim podemos chamar, que enaltecem o crime organizado e as ações criminosas ou simplesmente variam de opção sexual por mero modismo, está entregando o futuro do país a novas regras que direcionam a subordinação de ideais de criminosos, é o mal usando filhos de inocentes para manifestar novos interesses que contrariam tudo que construímos até hoje. A tristeza dentro de muitos lares sendo construída a longo prazo.

São muitas mortes prematuras, prisões, internações por abuso de drogas e familiares doentes por conta da pretensão dos tais bandidos.
Não podemos aceitar “novas verdades” impostas pela TV ou por “intelectuais” que, apesar de possuírem nível diferenciado de espertise, fazem defesa de interesses alheios aos nossos, não podemos desconsiderar nossos interesses porque as palavras do opositor estão bem colocadas.

Nas palavras de Mário Sergio Cortella:

É necessário fazer outras perguntas, ir atrás de indagações que produzem o novo saber, observar com outros olhares através da história pessoal e coletiva, evitando a empáfia daqueles e daquelas que supõem já estar em posse do conhecimento e da certeza. ( Cortella, Não Nascemos Prontos! Provocações Filosóficas, 9ª edição, 2009)

Todos desejam que seus filhos se tornem adultos saudáveis, autônomos, honestos e multiplicadores da família, há inúmeras justificativas jurídicas e científicas para uma “droguinha” no bolso, promiscuidade e ociosidade na juventude, não faltam defensores e teorias convincentes, porém que defendem os interesses de quem?

Nem tudo que homens e mulheres influentes e com títulos dizem é incontestável.

O crime organizado está impondo ideias e ideologias para dominar o país, estão em todos os lugares, há até os que possuem mestrado, conseguem fazer as pessoas sentirem vergonha de declarar seus valores, suas opiniões, simplesmente rotulando de homofobia, extremismo, racismo, ditadura, genocida, entre outras palavras que estão na moda.

O fato é que o mal está fingindo ser do bem e atribuindo, de forma distorcida, adjetivos pejorativos as manifestações de valores com intuito de barrar as afrontas a seus planos malignos.

A experiência é a melhor forma de positivar ideias, só quem vive na favela, próximo as pontos de venda de drogas, quem enfrentou ou enfrenta a luta contra as drogas, depressão ou ansiedade por não entender as próprias opções é que sabe a importância dos preceitos espirituais, disciplina dos mais antigos e dos valores familiares.

Art. 5º da Constituição Federal garante a exposição de resistência aos absurdos que estão tentando impor como ciência:
“IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;”

Precisamos dizer não as ideologias de apoio as drogas, ao crime organizado e a intolerância a literatura bíblica, eles não podem impor o que pensam como verdades.

O Ajuda SP Centro está de olho nos “militantes ditadores” e sempre investirá contra a inversão de valores relacionados a família a ao Estado Democrático de Direito.

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